O levantamento também aponta quatro mortes pela doença em cada um dos dois períodos. Embora o número de óbitos permaneça igual, o crescimento das notificações coloca a prevenção contra o mosquito transmissor entre os pontos de atenção para os últimos meses do ano.
A dengue é transmitida pela picada da fêmea infectada do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em locais com água parada. Recipientes expostos à chuva, caixas-d’água destampadas, calhas entupidas e vasos de plantas podem servir de criadouros.
Cuidados para evitar a dengue
A orientação é verificar regularmente quintais e áreas externas, manter reservatórios de água vedados, limpar calhas e descartar corretamente objetos que possam acumular água. Bandejas de geladeiras, pneus e recipientes pouco utilizados também precisam ser vistoriados.
O combate ao mosquito depende tanto das ações de vigilância e controle realizadas pelos órgãos públicos quanto dos cuidados adotados pelos moradores em suas casas e comunidades.
Sintomas e sinais de alerta
Febre alta, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dor atrás dos olhos, náuseas e manchas vermelhas na pele estão entre os sintomas mais comuns da dengue. Ao apresentar sinais suspeitos, a recomendação é procurar atendimento em uma unidade de saúde e evitar a automedicação.
Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, desmaio ou dificuldade para respirar são sinais de alerta que exigem avaliação médica imediata.
Com quase 77% de aumento nos casos em relação ao mesmo período de 2025, São Luís registra um cenário que exige atenção contínua à eliminação de criadouros e à identificação precoce de possíveis casos da doença.
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