O desemprego no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, entre julho e setembro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 30 de outubro. O resultado é o menor já registrado para um terceiro trimestre desde o início da série histórica, em 2012.
Apesar do avanço nacional, o Maranhão ainda enfrenta dificuldades relacionadas à informalidade no mercado de trabalho. No segundo trimestre deste ano, o estado apresentou taxa de desocupação de 6,0%, enquanto 56,9% dos trabalhadores estavam na informalidade.
Os números estaduais são referentes ao levantamento anterior e não devem ser confundidos com o resultado nacional mais recente. A divulgação dos dados específicos do Maranhão para o terceiro trimestre está prevista para 18 de novembro.
No país, o levantamento apontou ainda 5,6 milhões de pessoas desocupadas e 103,6 milhões de trabalhadores ocupados. O resultado nacional indica um cenário de maior absorção de mão de obra, mas os indicadores do Maranhão mostram que a qualidade dos vínculos de trabalho continua sendo um desafio.
A informalidade inclui trabalhadores sem carteira assinada, empregados domésticos sem registro, trabalhadores por conta própria e empregadores que não possuem CNPJ, entre outras situações. Esse tipo de ocupação geralmente está associado à ausência de garantias trabalhistas e de proteção previdenciária.
A próxima atualização dos indicadores estaduais permitirá verificar se o Maranhão também apresentou melhora na taxa de desemprego e se houve redução da informalidade no período.














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